Acusados por morte de cinegrafista em ato no Rio deixam penitenciária

Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, ambos de 23 anos, acusados de acender e atirar o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade, em 6 de fevereiro de 2014, durante um protesto no Rio, foram liberados do Complexo Penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira (20). Eles saíram no local nos carros dos advogados e sem falar com a imprensa. A informação foi confirmada ao G1 pelo advogado Wallace Martins por volta das 12h15. "Os dois saíram e eles vão descansar, afinal de contas passar um ano e um mês preso não é fácil, ainda mais em uma prisão como essa que foi injusta", disse o advogado Wallace Martins. Ao ser questionado sobre a quebra da regra, onde todos os presos saem do Complexo Penitenciário de Gericinó, Wallace Martins afirmou que quis preservar o cliente. “Justamente há uma concentração muito grande de mídia e nós tentamos evitar a exposição. Nós conseguimos. Eles vieram a pé até um determinado lugar e entraram no carro, advogado pode entrar de carro”, disse o advogado. A dupla não foi solta na quinta-feira (19) por causa da falta de tornozeleiras eletrônicas. Segundo a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, o equipamento não é fornecido há quatro meses, por falta de pagamento.

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