sexta-feira, 25 de outubro de 2013
por Samuel Celestino
A
notícia é da Reuter, mas, muito provavelmente, ou quase certo, não
valerá para a Bahia. Trata-se da intensa pressão que o PMDB está fazendo
sobre Dilma Rousseff para que defina as alianças nos Estado de sorte a
respaldar a sua candidatura à reeleição. O partido até cogita em
precipitar a sua convenção partidária nacional para facilitar tais
alianças. Aqui, será para a cúpula peemedebista – Michel Temer já sabe –
um território impenetrável na medida em que o presidente regional da
legenda, Geddel Vieira Lima, será candidato ao governo da Bahia e, se
não o for, será, como tem dito, para apoiar, se candidato for, o
ex-governador Paulo Souto. O PMDB baiano e o PT não dão cola, não se
bicam. O político tem repetidas vezes afirmado que pretende ser
candidato, mas abrirá mão para um nome do DEM como o de Souto, se
necessário for. “o ex-governador já sabe da minha posição. Não precisa
sequer uma reunião. Basta um mero telefonema anunciando sua candidatura
que o meu apoio será imediato”. Neste caso, Geddel poderá ser candidato
na chapa ao Senado e até, tem dito, a deputado estadual. “O que pretendo
é tirar a Bahia da situação em que se encontra”.
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