Coordenadora do Circo Picolino esclarece o caso
A coordenadora pedagógica do Circo Picolino, Simone Requião, esclarece que desde quando foi fundada há 33 anos, em Salvador, a Escola Picolino de Artes do Circo é voltada ao ensino das artes circenses e que nesse período nunca utilizou nenhuma espécie de animal. “Nunca na história do Circo Picolino foi utilizado qualquer espécie de animal, sequer um cachorro ou uma pulga. Todas as nossas atividades são desenvolvidas com base em técnicas circenses como malabares, trapézio, acrobacia e saltos ornamentais, entre outras. Já com relação aos espetáculos, ao final de cada período realizamos apresentações, exclusivamente em Salvador, e com os próprios alunos do projeto, que são crianças com idade entre 7 e 17 anos, de comunidades da periferia”, explica.
Segundo Simone, outro fato que ajuda a desmentir as falsas notícias é que o circo não é itinerante, e que a última viagem feita ao interior ocorreu há mais de dois anos. “Atualmente existe um projeto sendo desenvolvido no Vale do Jiquiriçá, na região sudoeste da Bahia, por Anselmo Serrat, que é diretor-fundador do Circo Picolino, mas também é voltado para aulas de circo”, esclarece Simone, afirmando que o caso deverá ser apurado pelo departamento jurídico do Circo Picolino. “É uma situação desagradável e que pode trazer prejuízo à imagem do circo. Por isso, vamos averiguar o caso e tomar as providências cabíveis”, alerta a coordenadora pedagógica.





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