O pastor Silas Malafaia, alvo de condução coercitiva na
Operação Teófilo (veja aqui), usou seu perfil no Twitter para se
defender. O líder da Assembleia de Deus se disse "indignado" com o
mandado e que a condução coercitiva "é uma afronta". Segundo o pastor,
ele recebeu uma oferta de R$ 100 mil de um advogado amigo do pastor
Michael Abud, que quis fazer uma doação pessoal à igreja, e depositou o
cheque na conta conjunta que possui com sua esposa. O montante, de
acordo com Malafaia, foi declarado à Receita Federal. "Por causa disso
sou ladrão? Sou corrupto? Recebo ofertas de inúmeras pessoas e declaro
no imposto de renda tudo o que recebo. Quer dizer que se alguém for
bandido e me der uma oferta, sem eu saber a origem, sou bandido? É
tentativa para me desmoralizar na opinião pública", escreveu Malafaia,
questionando se não poderia "ter sido convidado para depor".
O evangélico ainda publicou um vídeo no YouTube para reforçar
sua indignação com o mandado judicial e repetir o mesmo argumento
escrito no Twitter. "É necessário isso? Por que não recebi intimação pra
prestar depoimento? Estou aqui indignado. Isso é uma afronta. Que
democracia é essa? Que estado de direito é esse?", questionou. Malafaia é
suspeito de participação em lavagem de dinheiro e de ter emprestado
contas da instituição religiosa para ajudar a ocultar recursos
Malafaia se diz indignado com condução coercitiva: 'Tentativa para me desmoralizar'
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
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