O senador Otto Alencar (PSD-BA) se posicionou, nesta terça-feira (21), de forma neutra em relação à possibilidade de fusão entre a sigla e o PL,
cuja formação tem como um dos líderes-chave o ministro das Cidades,
Gilberto Kassab, presidente nacional de seu partido. “Eu não estou à
frente do PL, quem está é Marcelo Nilo, mas tem uma quarentena de cinco
anos, até lá é adivinhação”, afirmou, em menção ao prazo de cinco anos
de criação, estabelecido por lei, para a fusão com outro partido. “Eu
pessoalmente não tenha nada contra a fusão, mas não faço nenhum esforço
nesse sentido. Não é que não apoio, mas não estou trabalhando [pela
união das siglas]”, pontuou o congressista, para acrescentar: “É mais
Kassab, e aqui na Bahia, Nilo, pelo motivo que todos conhecem, que é a
distensão com Félix [Mendonça Jr., deputado federal]”.
Foto: Cláudia Cardozo/Bahia Notícias
Articulador da formação do PL na Bahia, o presidente da
Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo (PDT), não opinou
sobre a possibilidade de fusão do partido, ainda não formalizado. “Não
tem a menor condição, só pode fundir depois de 5 anos de criado, pela
lei. A gente não sabe o que vai fazer daqui a 5 anos. Não posso pensar
numa coisa daqui a cinco anos, o partido ainda vai ser criado, vamos ter
candidatos a prefeito. Mas cinco anos está muito distante, temos ainda
duas eleições, em 2016 e 2018”, desconversa. De acordo com o deputado, o
processo de formalização da sigla “está andando”, sendo atrapalhado
pela greve dos cartórios eleitorais. “Nós já demos entrada com 50 mil
assinaturas e apoiamentos no cartório, mas essa greve atrapalhou um
pouco”, explicou Nilo.
Foto: Cláudia Cardozo/Bahia Notícias






Comentários