O presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ), defendeu que o impedimento de um presidente é algo
grave e que exige previsões constitucionais. Em entrevista ao Roda Viva,
da TV Cultura, na noite desta segunda-feira, ele advogou pela tese de
que um presidente não pode ser afastado do cargo por um ato anterior ao
mandato que está exercendo. E comparou à situação recente por qual
passou o Paraguai, com afastamento de Fernando Lugo no que foi
considerado um golpe pelo Brasil. “Não posso achar que o
Brasil virou uma 'republiqueta' e que podemos tirar o presidente
democraticamente eleito. O Brasil não pode fazer como o Paraguai, que
tirou o Lugo do dia pra noite porque ele perdeu apoio, vai ser um
impeachment atrás do outro se isso acontecer.” O
presidente da Câmara disse ainda ser a favor do parlamentarismo como
sistema de governo, mas que falar nisso agora soaria golpista, então que
preferiria plantar uma semente deste debate para o futuro. (Estadão)
Eduardo Cunha diz que Brasil não é “republiqueta” para tirar presidente do dia pra noite
quarta-feira, 18 de março de 2015
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